terça-feira, 26 de novembro de 2013

Resumo


Com a invenção da escrita nos tempos passados, ouve muita discussão entre memorizar através da oralidade ou através da escrita. Com a oralidade a pessoa se sentia obrigada a decorar tudo e agora com a escrita a mente não se sente mais obrigado a decorar. Mas não adianta ler uma vez e pronto com o passar do tempo vem novas pessoas e sempre tem que atualizar a cultura. E hoje na nossa geração, temos os meios digitais, assim tendo facilidade para esquecer as memórias, e até mesmo nossa cultura.





Esquema

Entendimento

Antigamente era mais fácil de aprender, pois, não existia a escrita, eles se viam obrigados a decorar na hora os fatos, mas com a invenção da escrita, as pessoas não se preocupavam em prestar muita atenção, porque, quando precisassem teriam isso escrito em algum lugar. Junto com a tecnologia, perdeu-se o interesse por aprender, pelo saber...

terça-feira, 5 de novembro de 2013

Agora finalmente vamos começar o teatro de História da Idade Média.

Bom ele foi dividido em partes e depois vamos juntar cada grupo ficou encarregado de um tema .

História Roteiro


Tema: Inquisição.

Participantes: Natanael (Bruxo Robert), Natália (mulher do bruxo, Natacha), Ricardo (carrasco) e Rytcher (inquisidor).

Participação especial: Raphael e Ian (Cavaleiros) e Ariel (Narrador). Turma inteira como aldeãos na cena do julgamento.

Inquisidor e os cavaleiros estavam caminhando pela aldeia quando entram numa casa e avistam, o bruxo Robert dançando e escutando funk, enquanto sua mulher Natacha está rezando. Inquisidor entra na casa e Natacha diz:

-O que vocês querem aqui?

E nisso o Robert fala:

Eae tiozão, vamos dança e fica louco!

Inquisidor fala:

-Oh! Meu Deus... Pegue ele, este homem é um bruxo.

Ainda na casa o inquisidor fala para a Natacha:

-Seu marido será preso por escutar esses sons demoníacos e por usar esses aparelhos do demônio...
Natacha desesperada começa a gritar:

-Não o levem, por favor. Quem vai sustentar meus batons, minhas bolsas, meus vestidos e maquiagens...

Saindo do local os cavaleiros prende o bruxo na cela sem poder comer nem beber. Nesse mesmo instante o inquisidor formula seus crimes. Enquanto o inquisidor analisa os crimes os Cavaleiros vigiam dia e noite o bruxo para que o mesmo não fuja.

No próximo dia o inquisidor vai para praça publica e fala:

-Cavaleiros podem trazer o prisioneiro!

Os cavaleiros saem em direção à cela para pegar o prisioneiro. Voltando o bruxo Robert começa a gritar:

-Não, por favor, eu não sou um bruxo
.
Começa o inquisidor a falar:

-Confesse! Você é um bruxo.

-Não eu não sou, por favor, não me mate...

-Somente confesse!

-Mas eu não tenho o que confessar.

-Se você falar a verdade sairá livre, então confesse!

-Está bem...  Sim, eu sou um bruxo sim!

-Está bem você será condenado por: praticar bruxaria, adorar satã, fazer pacto com o demônio, influenciar a aldeia ao demônio, os porcos estão tendo doenças por causa de sua bruxaria, o rio está sumindo pelo seu pacto, ameaça ao Rei, usou atos de bruxaria contra a aldeia, usou aparelhos demoníacos e escutou sons estranhos do diabo.

-Mas você disse que estaria livre!

-Sim, você será livre no céu!

-Isso não é justo, queimem no inferno seus desgraçados...

Cavaleiros junto com o carrasco levam o prisioneiro para mesa de execução e decapitam o bruxo.

Logo após execução o inquisidor começa a falar:


-Viram esse é o destino dos bruxos aqui!